Walt Disney World (Foto Hans Misfeldt)
Viagem & Cia

Viajar na crise é possível? Confira como planejar

Diversão, descanso e muitas compras. Isso é o que passa na cabeça de todo brasileiro quando vai programar as próximas férias. O ano de 2016 gera muita desconfiança para planejar qualquer viagem. Para auxiliar os turistas que não querem gastar muito, mas não abrem mão de cair na estrada durante a recessão de final de ano, Wendel Ferrari, CEO da Temporada em Orlando – empresa brasileira, líder no país nesse tipo de locação de casas na região de Kissimmee, destinadas ao turismo de curta temporada – separou algumas dicas importantes para que a viagem seja um sucesso para a família e para o bolso do viajante.

Não é necessário desistir ou adiar a tão sonhada férias, basta ficar atento aos possíveis gastos extras e reprogramar alguns itens do roteiro, sem deixar de lado o que é extremamente essencial, como o seguro viagem e saúde, para não ter nenhum imprevisto durante a viagem. “Outro ponto importante é a compra da moeda local. Recomendamos que o turista faça o câmbio aos poucos. Se deixar para trocar o dinheiro muito próximo à viagem, pode acontecer do valor subir muito, como o que aconteceu esse ano com o dólar. Além disso, para quem escolheu como destino os Estados Unidos, por exemplo, aconselhamos pagar as compras em espécie ou cartão de débito, evitando, ao máximo, utilizar o cartão de crédito, para não ter surpresas na hora de pagar a fatura”, orienta o executivo.

Walt Disney World (Foto Hans Misfeldt)
Walt Disney World (Foto Hans Misfeldt)

O ideal é começar a planejar toda a viagem com, pelo menos, seis meses de antecedência, assim é possível conseguir passagens aéreas mais baratas e decidir a melhor modalidade de hospedagem. “As companhias aéreas costumam realizar promoções durante madrugadas e antes de feriados nacionais. O brasileiro deve ficar sempre atento aos sites das principais empresas para aproveitar essas oportunidades. Para o turista que ainda não saber se é melhor ficar em um hotel, albergue ou casa alugada, a dica é perceber o estilo de quem irá acompanha-lo na viagem. Se for um grupo grande, com mais de quatro pessoas, locar uma residência pode ser uma alternativa para economizar no valor das diárias, o valor pode ficar até 30% mais barato do que ficar em um hotel. Mas para quem está indo com número menor de viajantes ou está em busca de algo mais rústico, hotel ou albergue podem ser ótimas opções”, ressalta o CEO da Temporada em Orlando.

“Os brasileiros que já fecharam a viagem, a dica é fazer um roteiro minucioso, planejando todas as atividades pagas e quanto poderá gastar por dia, por exemplo. Dessa forma, conseguirá saber exatamente quais serão valores de cada passeio, show e atração. Tendo muito claro quais são os gastos, ficará mais fácil saber quanto deverá economizar para não perder nenhum passeio”, afirma Ferrari.

O executivo ressalta que, para muitas atrações, é possível comprar o ingresso antecipadamente pela internet. Além de economizar tempo, é possível encontrar algumas promoções. “Alguns sites realizam promoções na baixa temporada, mas o turista pode comprar entradas para qualquer data. Aproveitar estas oportunidades e ficar sempre atento às páginas oficiais dos principais pontos turísticos do destino, são alguns conselhos”, indica o CEO da Temporada.

O roteiro também ajuda na hora da locomoção. Tem muita gente que prefere alugar um carro, para ter mais liberdade e conhecer diversos lugares. “Normalmente, as principais atrações não ficam próximas às hospedagens, por isso, separe um dia inteiro apenas para os parques, outro para os museus e outro para as compras. Assim, você gasta menos tempo indo de um passeio ao outro e nas idas e vindas ao hotel”, finaliza o executivo.

Hans Misfeldt é editor-chefe do Orlando EUA.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Curta nossa página no Facebook e fique ligado nas novidades!